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sexta-feira, 22 de março de 2013

COLETA SELETIVA - PREDIOS RESIDENCIAIS

PREDIOS RESIDENCIAIS TERÃO QUE FAZER COLETA SELETIVA DE LIXO

Jornal Extra 22.03.2013 - Coluna SecoviRio


Prédios residenciais com mais de três andares terão que disponibilizar recipientes para coleta seletiva de papel, plástico, metal e vidro. A obrigação consta da Lei 6.408/2013, publicada no Diário Oficial do Executivo no dia 13 de março. A regra foi proposta pelo deputado Luiz Paulo (PSDB), que reforçou seu caráter educativo. "Muito se fala sobre a coleta seletiva, mas pouco se faz. Principalmente nos grandes edifícios. A ideia do projeto é disciplinar e incentivar ese hábito", explicou o autor da proposição. "O passo seguinte será educar a empresa de coleta para a retirada correta dos materiais", complementa. A lei começará a vigorar 90 dias após sua publicação.


Lei Nº 6408 DE 12/03/2013 (Estadual - Rio de Janeiro)


Data D.O.: 13/03/2013

Torna obrigatória todas as edificações residenciais com mais de três andares no Estado do Rio de Janeiro a disponibilizarem recipientes para coleta seletiva de lixo.


O Governador do Estado do Rio de Janeiro

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º. Todas as edificações residenciais com mais de 3 (três) pavimentos no Estado do Rio de Janeiro terão que, obrigatoriamente, disponibilizar recipientes para coleta seletiva de lixo.

Parágrafo único. A coleta seletiva disposta no caput deverá proceder à separação dos seguintes matérias:

I - papel;

II - plástico;

III - metal

IV - vidro.

Art. 2º. São objetivos da coleta seletiva de lixo:

I - incentivar a coleta seletiva, a reutilização e a reciclagem;

II - proteger a saúde pública e a qualidade do meio ambiente;

III - preservar e assegurar a utilização sustentável dos recursos naturais; e

IV - reduzir a geração de resíduos sólidos e incentivar o consumo sustentável.

Art. 3º. Esta Lei entrará em vigor 90 (noventa) dias após a data de sua publicação.

Rio de Janeiro, 12 março de 2013

SÉRGIO CABRAL

Governador

Projeto de Lei nº 529/2011

Autoria do Deputado: Luiz Paulo

 

sexta-feira, 3 de agosto de 2012


TV GLOBO - Jornal Nacional - 21/07/2012 21h30

Edifícios que consomem pouca energia ganham selo de eficiência

Para obter a certificação é preciso seguir algumas exigências que asseguram uma economia de até 50% na conta de luz.





Edifícios que consomem pouca energia começaram a receber uma identificação especial - que pode representar um ganho na valorização do imóvel.
Há quase 20 anos o selo ajuda muita gente a levar para casa produtos que consomem menos energia. Quanto mais próximo da letra A, mais eficiência e maior economia.
“Hoje, o quanto a gente puder economizar na energia da casa, sempre muito bom”, conta o comerciante Sérgio Simões.
Agora a etiqueta tem novas aplicações: ela também está sendo usada para medir o consumo de energia de edifícios comerciais, residenciais ou órgãos públicos. Para obter a certificação é preciso seguir algumas exigências que asseguram uma economia de até 50% na conta de luz.
A fachada do prédio deve ajudar a manter a temperatura amena do lado de dentro. Usar com inteligência a luz do sol e lâmpadas econômicas contam preciosos pontos. Ventilação natural é importante, e aparelhos de ar-condicionado devem ser eficientes, com selo Procel.
“À medida que existem prédios etiquetados e prédios não etiquetados, as pessoas que vão aprender a usar essa informação vão dar preferência a esse instrumento, a essa informação nova”, explica Marcos André Borges, coordenador do programa de etiquetagem do Inmetro.
Ao todo, 22 edificações receberam a nova etiqueta em todo o país. É o caso de um condomínio em Palhoça, Santa Catarina.
“Um apartamento com grande redução do consumo de energia e, consequentemente, um condomínio mais barato”, conta o engenheiro Dilnei Bittencourt.
O apartamento da arquiteta Cláudia Krause, no Rio de Janeiro, é o primeiro do Brasil a receber a certificação individual, quando o imóvel é avaliado sozinho. Uma medida simples foi a abertura de novos basculantes para a circulação de ar dentro do imóvel.
“Em um ano inteiro a gente não usou ar-condicionado ou ventilador”, conta a arquiteta.
Cláudia já conseguiu reduzir a conta de luz em 20%. “Qualquer bom arquiteto e construtor pode fazer, com os recursos que ele tem. É benéfico para o usuário e para o coletivo”, afirma

domingo, 8 de julho de 2012

Elas são mais comuns nas muitas regiões do país onde a rede pública de tratamento de esgoto ainda não chegou. Mas já começam a surgir, também nas grandes cidades, casas com estações próprias para tratar seus detritos que incluem um sistema de reaproveitameto da água. O espaço utilizado por elas é bem pequeno: cerca de quatro metros quadrados. E o melhor, os custos nem são tão altos assim. Com cerca de R$ 6 mil é possível construir uma ETE (estação de tratamento de esgoto) em uma casa de três quartos com cinco moradores.
— Estima-se que cerca de 30% a 40% do que é consumido em água numa residência poderia ser não-potável. Se a água tratada pela ETE for utilizada para estes fins, a economia chega a 30% — destaca Daniel Xavier, diretor comercial da Rotogine Saneamento Ambiental, uma das empresas que fornecem esse tipo de estação.
Segundo Xavier, 95% das pessoas que têm ETEs em casa estão em áreas sem rede pública e a maioria não incluiu o sistema de reaproveitamento:
— Ainda existe muito preconceito e receio com a qualidade da água de reutilização. Os sistemas mais populares, de fossas negras, realmente não podem ser usados para reaproveitamento. Mas existe também uma questão cultural. Sempre investimos mais em redes e elevatórias para mandar o esgoto para longe das moradias do que na qualidade do tratamento. E, para ser sustentável, é preciso resolver a questão na origem, diminuindo a geração do esgoto ou reaproveitando-o.
E não é só nas casas que é possível instalar estações próprias. Prédios, mesmo os mais antigos, também podem ter suas ETEs. Os custos vão depender do volume de esgoto de cada edifício e das adaptações necessárias para a reutilização, como rede hidráulica independente, caixa d’água, cisternas extras e bomba. Mas, geralmente, para um prédio de cinco andares com aproximadamente 80 moradores, a instalação fica em R$ 50 mil.
Adepta do sistema, a arquiteta Viviane Cunha costuma convencer os clientes das vantagens de se incluir elementos sustentáveis em suas obras:
— O ideal seria que todo mundo tivesse uma estação em casa. O processo de tratamento é biológico, não é preciso usar nenhum tipo de produto químico porque são as bactérias que transformam a parte orgânica.
Até 90% da "sujeira" é retirada da água, que para ser reutilizada precisa receber cloro. Mesmo assim, ela não se torna potável, por isso, não pode ser usada para beber ou cozinhar. Mas serve muito bem às descargas dos banheiros e à irrigação de jardins. E o sistema também pode ser associado a outro, de captação da água da chuva, como Viviane está fazendo em uma casa no Humaitá. Com três andares, três quartos e cinco banheiros, o imóvel terá um sistema que capta as águas pluviais para uso nas descargas e em seu telhado verde. A água que sai da estação de tratamento será usada apenas na irrigação de uma parede verde (na verdade, o muro que separa a residência do imóvel vizinho).
Outra vantagem apontada pela arquiteta é que a estação pode ser enterrada, sendo possível escondê-la com projetos simples. Na casa do Humaitá, por exemplo, a solução foi um deque de madeira plástica que, além de sustentável, é mais leve. E pode ser facilmente levantado para liberar o acesso aos tanques e caixas que compõem o sistema. Segundo Xavier, até os moradores podem fazer a manutenção:
— É muito simples e pode ser realizada por qualquer pessoa treinada.
Mensalmente é preciso checar o funcionamento da bomba e a quantidade de cloro; a cada três meses, são as caixas de gordura que precisam ser vistoriadas e limpas; e apenas uma vez ao ano será retirado o lodo da ETE através de um serviço do tipo "limpa-fossa".

sábado, 17 de março de 2012

ESCOLHA CERTA DA LÂMPADA AJUDA A REDUZIR A CONTA DE LUZ


Andréa Machado
Jornal Extra 17.03.2012
Redonda, espiral, branca, amarela, grande, pequena... não faltam no mercado opções de lâmpadas. Elas têm nomes, formatos, cores e eficiência diferentes. Em comum, apenas o fato de servirem para iluminar.
E a diferença maior entre elas pode ser sentida todos os meses na conta de luz. Se for feita a escolha certa, o consumidor consegue economizar 75% no fim do mês.
Chefe da Divisão de Equipamentos da Eletrobras, Rafael Meirelles David explica que a fluorescente gasta apenas ¼ de energia que a incandescente consome para gerar a mesma quantidade de luz.
— Se você trocar a lâmpada incandescente pela fluorescente, em um mês a economia será de R$ 2,70 por cada lâmpada, considerando que ela fica acesa quatro horas por dia — calculou o especialista, lembrando que a incadescente de 60 watts gera a mesma quantidade de luz que uma fluorescente de 15 watts.
Normalmente, as lâmpadas fluorescentes são mais caras: custam cerca de R$ 6,90 (preço consultado na Leroy Merlin). Já as incandescentes, R$ 2,50. À primeira vista, o gasto na compra do produto é maior. Com o tempo é que a economia será percebida pelo consumidor.
— Você vai pagar um pouco mais na hora de comprar, mas, em três meses, já recupera esse investimento. E os próximos anos serão de lucro — contou Rafael que aponta a LED como a tecnologia que vai ficar no futuro por ser ainda mais eficiente do que as demais.
Mito
Dizem por aí que não se pode ficar apagando e acendendo a lâmpada fluorescente a toda hora, porque, senão, o gasto de energia é maior.
Segundo Rafael David, isso é um mito: "Não recomendamos ligar e desligar a toda hora por causa do estresse que isso vai causar à lâmpada. Isso diminui a vida útil dela".
Cor
As lâmpadas mais comuns são as de cores branca e amarela. A escolha da cor não interfere no consumo de energia. Até a fluorescente tem as duas cores. "A pessoa tem que ver com que cor se sente mais confortável", ensina Rafael.
Consumo
O consumo é potência (watts) multiplicada pelo tempo que a lâmpada fica ligada. A incandescente de 60 watts pode ser substituída por uma fluorescente de 15 watts. E a incandescente de 100 watts pela fluorescente de 20 watts.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

O TIPO CERTO DE LâMPADA PARA CADA AMBIENTE


O tipo certo de lâmpada para cada ambiente


Fatores como intensidade da luz, número de fontes e estética de lâmpadas e luminárias devem ser levados em conta
Rio - São muitos os fatores que devem ser levados em conta na busca por um ambiente que combine agradável aos olhos, como os objetos de decoração, o posicionamento dos móveis, o uso ou não de tapetes e carpetes, entre outros. Mas um item fundamental que não pode ser deixado de lado é mais sutil: a iluminação.
Segundo Vanda Wochner, analista de produto e iluminação da Leroy Merlin, muitos são os critérios a serem analisados antes da escolha das luminárias e das lâmpadas, e o que prevalece é a ambientação que se quer.

Lâmpadas halógenas dicroicas, com feixe direcionado, são apropriadas para destacar quadros e itens decorativas
"Existem diversos fatores, como a quantidade de luz que se quer no ambiente, outras fontes de luz existentes, a estética da luminária e da lâmpada (se a lâmpada ficará aparente ou não), temperatura de cor (luz branca ou amarela), se a luminária possui vidro difusor, proteção ou algo que diminua a intensidade da luz emitida pela lâmpada, entre outros", diz ela.
A cor da lâmpada e o tipo de iluminação - direta ou difusa - têm influência direta na atmosfera promovida. "Um ambiente aconchegante pede uma luz amarela com iluminação indireta ou difusa, enquanto um ambiente de trabalho, como cozinha ou escritório, pede luz branca", recomenda a especialista.

Tipos de lâmpadas
O modelo mais convencional de lâmpada é o incandescente. Com funcionamento por meio de filamentos de tungstênio, as lâmpadas desse tipo podem ser transparentes ou leitosas, amarelas ou brancas, e costumam ser usadas para iluminação geral ou decorativa. É a lâmpada que melhor imita a luz do sol, com Índice de Reprodução de Cor (IRC) 100, ou seja, fornece grande confiabilidade de cores.
Em geral, as lâmpadas incandescentes comuns consomem mais energia que as fluorescentes, e tendem a elevar a temperatura dos ambientes, uma vez que apenas 15% da energia utilizada gera luz, enquanto 85% é transformada em calor.
O modelo, que deve ser retirado do mercado a partir de 2015, costuma ser o mais utilizado em banheiros, onde as lâmpadas geralmente não ficam acesas por longos períodos, mas são frequentemente acionadas.

A lâmpada fluorescente tubular é apropriada para ambientes onde as luzes permanecem acesas por longo período.


A lâmpada fluorescente, também chamada de econômica, consome até 80% menos do que a incandescente comum e dura até 10% mais. A diferença entre os dois tipos está na produção da luz, caracterizada pela emissão de raios ultravioletas filtrados pela produção de fósforo e trifósforo no interior da lâmpada.
Disponíveis em diversos formatos e variados, as lâmpadas fluorescentes funcionam em um sistema diferente dos demais tipos.
Modelos compactos de baixa potência podem ser utilizados em locais de passagem que não exigem muita claridade, enquanto as tubulares, com tons mais frios, são mais apropriadas para ambientes onde as luzes permanecem acesas por longos períodos, tais como sala de estar e cozinha.
Indicadas ainda para ambientes externos, ambientes externos, as lâmpadas fluorescentes funcionam em sistema de potência diferente das demais. No caso de troca entre modelos comuns para econômicos, ou vice-versa, portanto, é necessário buscar as potências equivalentes - geralmente, a informação consta da embalagem do produto.

Lâmpada halógena dicróica bipino - A lâmpada halógena - que tem funcionamento semelhante ao da incandescente comum - é nomeada pela presença de gás halogêneo, que aumenta a vida útil, no bulbo.
O modelo também apresenta alto IRC 100 e geração de calor, e pode ser encontrado em formatos, potências e soquetes variados.
Já a lâmpada halógena dicroica possui um refletor que reflete separadamente as cores, o que dissipa parte do calor.
Esse tipo de lâmpada permite o direcionamento do feixe de luz para um único foco, o que o torna apropriado para destacar quadros e itens decorativas.

Por fim, as lâmpada de LED tem o nome derivado da sigla em inglês para diodo emissor de luz: um semicondutor que, quando energizado, emite luz visível. Esse modelo tem IRC consideravelmente menor do que o das incandescentes, halógenas e fluorescentes, mas apresenta alta eficiência energética e vida útil maior que os demais.


Jornal O DIA 15.02.2012

domingo, 6 de novembro de 2011

CONDOMINIOS PODEM SER OBRIGADOS A INSTALAR TELHADO ECOLÓGICO


CONDOMINIOS PODEM SER OBRIGADOS A INSTALAR TELHADO ECOLÓGICO - Jornal EXTRA - 03.11.2011 - Está em análise na Câmara dos Deputados uma proposta que obriga os condomínios verticais com mais de três unidades agrupadas a instalar o chamado “telhado verde” em suas coberturas. O Projeto de Lei 1703/11 é de autoria do deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP).
No texto, telhado verde é definido como uma cobertura de vegetação montada sobre a laje de concreto ou sobre a cobertura dos edifícios. O objetivo da medida é melhorar o aspecto paisagístico e o clima local, além de absorver o escoamento superficial de água.
A proposta estabelece que os estados e o Distrito Federal definam as condições e os prazos para a adequação dos condomínios.
O projeto terá análise conclusiva das comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Desenvolvimento Urbano; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

ECONOMINA NOS SANITARIOS

Já se encontra no mercado um kit universal para instalação nos vasos sanitários com caixa acoplada que reduzem o consumo de água (os famosos botões 1 e 2, para mais ou menos água).