De acordo com o Corpo de Bombeiros, as causas mais comuns dos incêndios são sobrecarga de energia em "benjamins", curto-circuitos na parte elétrica, guimbas de cigarro ou panelas esquecidas no fogo. Síndicos e condôminos precisar estar atentos a fim de tornar o edifício o mais seguro possível. Por isso,algumas dicas são importantes: gestores precisam requisitar o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) junto à corporação.
A validade do AVCB pode ser de um, dois até três anos, dependendo do uso da edificação. A não obtenção ou vencimento pode invalidar apólices de seguro, ocasionar o fechamento do imóvel, gerar multas, entre outras complicações.
Condomínios comerciais ou residenciais devem ter também um plano de emergência para a evacuação das unidades em caso de incêndio. O ideal é que o plano seja elaborado com orientação do Corpo de Bombeiros e comunicado a todos os ocupantes do prédio.
Um plano de emergência deve conter: os procedimentos adequados dos moradores, funcionários e demais ocupantes do prédio; a planta do edifício; a localização dos equipamentos de combate a incêndio e das vias de fuga e um ponto de reunião na área externa.
A altura máxima para fixação de extintores, de acordo com a cartilha de orientação do corpo de bombeiros é de 1,60 metro de altura e amínima de 0,10 m. Dependendo do risco de incêndio no local, o percurso máximo para se atingir um exintor, pode ser de 15, 20 ou 25 metros. Os extintores devem estar desobstruídos e sinalizados.
Obedecendo o percurso máximo, cada pavimento deve ser protegido no mínimo por 2 unidades extintoras distintas, sendo uma arfa incêndio da classe A (alimentado por combustíveis sólidos como madeira) e outra para classse B (causado por líquidos inflamáveis) e C(fogo proveniente de equipamentos elétricos) ou duas unidades extintoras para a Classe A.
Se a corrente elétrica de uma instalação estiver acima do que a fiação suporta, há risco de superaquecimento dos fios, o que pode provocar incêndios. De acordo com especialistas, se os disjuntores caem com frequencia, a solução ideal não é a troca, e sim a revisão da fiação, que provavelmente não suporta mais a carga. Já no caso das instalações de gás, é importante não tentar improvisar maneiras de estancar os vazamentos, com cera, por exemplo.
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