Jornal Extra 03.02.2012
SEGURO DE PRÉDIOS QUE CAIRAM NÃO INCLUI ACIDENTE
Nas apólices de seguro dos edifícios Liberdade e Colombo, que carieam na semana passada, no Centro, não havia cobertura para desmoronamento. Elas englobam apenas eventos básicos, como incêndio e explosão. Ainda assim, os condomínios vão pleitear indenização às seguradoras.
O advogado Geral Beire Simões, que representa o síndico do Liberdade, Paulo Renha, anunciou que, na semana que vem, encaminhará o pedido à Allianz Seguros. A seguradora adiantou que vai esperar as causas do acidente para "identificar os tipos de soberturas envolvidas".
- Vamos apresentar o pleito. A seguradora pode ou não concordar - diz Simões.
A herdeira de três dos dez pavimentos do Edifício Colombo, a jornalista Vera Marina de Barros Jorge vive a mesma situação:
- Estamos negociando com a Porto Seguro, mas, como ninguém imaginaria o desmoronamento, não sabemos como terminará.
Embora o seguro seja exigido por lei para imóveis com mais de um proprietário, a cobertura para desmoronamento não é obrigatória, e só entra na apólice quando há risco iminente de isso acontecer.
A Allianz aguardará apuração das causas do acidente para constatar se alguma estava prevista na apólice, como ocorreu com o préido da Praça Tiradentes, também no Rio, danificado pela explosão de botijões de gás. Ainda que o desmoronamento não faça parte das hipóteses cobertas, poderá haver indenização se a queda for atribuída pelos peritos a incêndio, explosão ou queda de raio, coberturas garantidas pela apólice básica. Procurada, a diretoria da Porto Seguros não se manifestou,
Obs.: Artigo 1348 do Código Civil Brasileiro, item IX:
Art. 1.348. Compete ao síndico:
IX - realizar o seguro da edificação
SEGURO DE PRÉDIOS QUE CAIRAM NÃO INCLUI ACIDENTE
Nas apólices de seguro dos edifícios Liberdade e Colombo, que carieam na semana passada, no Centro, não havia cobertura para desmoronamento. Elas englobam apenas eventos básicos, como incêndio e explosão. Ainda assim, os condomínios vão pleitear indenização às seguradoras.
O advogado Geral Beire Simões, que representa o síndico do Liberdade, Paulo Renha, anunciou que, na semana que vem, encaminhará o pedido à Allianz Seguros. A seguradora adiantou que vai esperar as causas do acidente para "identificar os tipos de soberturas envolvidas".
- Vamos apresentar o pleito. A seguradora pode ou não concordar - diz Simões.
A herdeira de três dos dez pavimentos do Edifício Colombo, a jornalista Vera Marina de Barros Jorge vive a mesma situação:
- Estamos negociando com a Porto Seguro, mas, como ninguém imaginaria o desmoronamento, não sabemos como terminará.
Embora o seguro seja exigido por lei para imóveis com mais de um proprietário, a cobertura para desmoronamento não é obrigatória, e só entra na apólice quando há risco iminente de isso acontecer.
A Allianz aguardará apuração das causas do acidente para constatar se alguma estava prevista na apólice, como ocorreu com o préido da Praça Tiradentes, também no Rio, danificado pela explosão de botijões de gás. Ainda que o desmoronamento não faça parte das hipóteses cobertas, poderá haver indenização se a queda for atribuída pelos peritos a incêndio, explosão ou queda de raio, coberturas garantidas pela apólice básica. Procurada, a diretoria da Porto Seguros não se manifestou,
Obs.: Artigo 1348 do Código Civil Brasileiro, item IX:
Art. 1.348. Compete ao síndico:
IX - realizar o seguro da edificação
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