segunda-feira, 7 de maio de 2012

Manutenção e obediência às regras de uso evitam gastos com elevadores

Raiane Nogueira
Jornal Extra 06.05.2012
Normalmente, os elevadores só despertam nossa atenção quando dão defeito, nos obrigando a subir e descer uma escadaria infinita e a pagar uma taxa de condomínio maior no fim do mês. Mas é fundamental informar-se sobre as normas de uso do equipamento e sobre o serviço de manutenção oferecido por seu prédio, para evitar transtornos, cobranças indevidas e acidentes.
Especialista em Direito Imobiliário, Hamilton Quirino explica que não existe uma lei que obrigue os condomínios a manter um contrato de manutenção de elevadores.
— Apesar disso, é uma prática usual, desde a instalação. O tipo de cobertura varia de acordo com cada caso — explica o advogado.
Segundo técnicos da ThyssenKrupp, o preço da manutenção varia muito. Para um prédio de dez a 13 andares, um plano básico — com vistoria preventiva do elevador e plantão 24h para consertos, sem troca de peças —, custa, em média, R$ 500 por mês.
— Muitos edifícios contratam serviços de empresas não idôneas, mais baratas, que dão um falso parecer de que o elevador está bom — alerta Orlando Sodré, engenheiro do Sindicato da Habitação do Rio.
Fique atento às regras de uso
Cigarro
Fumar no elevador é proibido por lei.
Capacidade
Respeite os limites de peso e passageiros indicados.
Crianças
Menores de 12 anos não podem circular sozinhos.
Cuidados
Aperte o botão de chamada só uma vez, para não danificar o sistema.
Sem acidentes
Ao entrar e sair da cabine, sempre olhe para as soleiras das portas. Só abra a porta do andar quando a da cabine estiver totalmente aberta.


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